Oibaf Ilosamart

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SEROLAV

De que adianta o dinheiro do mundo
Ao vagabundo que não quer comprar?
Nosso anti-herói já tem o pão
E faz questão de o compartilhar.

Mesmo ao receber menos
Dos pequenos a quem dá,
Não há dúvida ou arrependimento
No cumprimento do ajudar.

E qual o objetivo de toda
Essa pseudo-bondade,
Se é que o seja na verdade?

Permanece ainda oculta
Aos olhos de toda gente:
Ainda não somos inteligente.

  • há 2 semanas
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à deriva

Nesse microuniverso papareia se pode tudo, um oásis de autoritarismo no deserto democrático. O sertão nordestino, tido por nós como o refúgio do coronelismo brasileiro, se deleita ao ver sua tradição também nos confins mais meridionais do Brasil. Somos também parte desse deserto livre de consciência real, indiferentes à realidade.

É verdade que os interesses econômicos tendem a falar mais alto em nossa sociedade, muitas vezes atropelando os interesses comuns como um ônibus ao esmagar um pedestre, mas em Rio Grande o pedestre atropelado se ergue alheio à morte, alheio à vida, pronto para o próximo embate de derrota certa.

Claro que em outras cidades, estados e países há casos semelhantes, mas vemos que o limite de abusos tolerados pelos cidadãos tende a ser um infinitésimo daquele suportado pelos nobres papareias, que engolem seu orgulho, ignoram suas dificuldades, abdicam de papel social mais ativo para se sujeitarem à elite do território.

Assim, como um pequeno principado com regras, nobreza, povo e cultura próprias, segue nossa terra à deriva num mar de desilusão, desesperança, incredulidade. Alguns ainda vêem salvação em parte da elite que se julga opositora aos interesses imperantes da atualidade, mas eles apenas representam outros interesses.

Mas a verdadeira salvação ainda demora a chegar, pois depende da virtude de pensar de todos os papareias, depende de que ocupem seu verdadeiro lugar na sociedade, depende de que passem a fazer valer suas vozes mais do que na época das eleições. O eco dessas vozes e novos gritos devem ser ouvidos durante todas as épocas.

  • há 2 meses
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Mais abandonado que maionese em geladeira depois que falta luz.

  • há 4 meses
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Samsung + Android + CyanogenMod7.1 + eu

Durante três dias, desde a noite de terça-feira, dia 10/01/2012, perdi todas as minhas noites, num total aproximado de 18 horas, pra fazer meu telefone voltar a ser… TELEFONE!

Isso que fiz o backup do EFS (imagem e tar do diretório) com o CMD7 pro Galaxy S GT-i9000B.

Por isso, alerto, cuidado ao mexer com isso.

Lado positivo: é linux, estou familiarizado com muita coisa do bicho.

Lado negativo: FOI FODA PRA CARALHO! A solução em si se mostrou simples, mas pra encontrar, velho… a moral é que minha partição EFS estava com arquivos ZERADOS (sim, 0 kb), mas LOTADA(WTF??). Após formatá-la (com o cu na mão) por três vezes (TRÊS), consegui fazer com que de 12, surgissem uns 6mb livres pra eu transferir o nv_dat.bin original. Mais uma hora pra colocar um modem que me permitisse acessar a internet e agora eu sou feliz!!!

UFA, pois quase fiquei com um iPod chic em casa por preço de SmartPhone!

  • há 4 meses
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Objetivo atingido

Hoje em dia não existe humor, ninguém pode errar, o tempo é raro, o dinheiro é escasso, casamentos têm prazo de validade (quando acontecem), o vizinho é o anônimo ao lado, o trabalho é uma coisa sem sentido, o patrão está muito alto e o horizonte, turvo. Ou seja, chegamos ao ápice da evolução e ao fundo do poço.

  • há 7 meses
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aprendizagem precoce?

aprendi a ler ouvindo histórias de ninar
aprendi m4t3m4t1c4 contando as horas pra acordar
aprendi história de tanto contar
aprendi geografia de tanto errar
aprendi biologia a cada exemplar
aprendi física ao ver o tempo passar
aprendi química pra poder reagir

e depois de começar a aprender tudo isso
percebi que ainda era só o início
e que não me ensinaram o meu único ofício:
viver

    • #poesia
  • há 9 meses
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Desabafo político

Um governo socialista mantém uma economia que privilegia o “deus mercado” às custas de juros altíssimos sustentado por seus cidadãos.
Um governo neo-liberal não vende empresas públicas nem extingüe autarquias pois financia suas campanhas políticas com desvios de dinheiro público.
Nenhum governo privilegia a educação de nível básico e cobra rigidamente um excelente desempenho das instituições de ensino de nível superior.
Nenhum governo cumpre negociações acertadas com sindicatos dos servidores públicos, gerando greves que só afetam realmente o povo que usa seus serviços.
Nenhum partido ou ideologia política permite que regras mais democráticas rejam o jogo político, tais como o voto distrital, a igualdade de tempo em mídia, o financiamento público das eleições.
Todos os governos visam o lucro ao invés da prestação plena de todos os serviços que tem o dever de fornecer à sociedade.
A mulher atucanada disse que não sabia, seguiu o exemplo do molusco.
A Amazônia está sendo loteada, compre já sua parte!

*Obs.: devo ter escrito isso já há uns bons três anos… parece que estamos congelados no tempo.

  • há 9 meses
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“CTRL+C” em um + “CTRL+V” no outro = um novo

A intolerância e o preconceito sempre andaram lado-a-lado na sociedade e são heranças das civilizações que difundiam o medo através da guerra, sua principal forma de expansão territorial (no tempo em que terra era quase sinônimo de riqueza).


Hoje em dia, como podemos ver aqui mesmo nas matérias deste jornal, esses atos arcaicos estão, ao contrário do que se possa imaginar, muito vivos em todos os países do mundo, mas sob uma nova vestimenta, que creio poder denominar “protecionismo social ou étnico”. Digo isso porque, quando paramos para pensar, não há justificativa racional que valide o preconceito puro, seja da sorte que for, a não ser pelo fato da parte intolerante sentir-se ameaçada pela outra, como n’outros tempos se via, restando esse sentimento como defesa natural (no lugar dos altos muros dos castelos). Cada classe de intolerância poderia ser, então, associada a um medo: sexual – medo da “corrupção” (alteração) de valores religiosos/sociais, étnica – medo de perder “seu lugar” (emprego, oportunidades em geral) em “seu país”, religioso – medo de ser dominado por outra ética/cultura e assim poderíamos prosseguir.


No entanto, as partes mais diretamente envolvidas nos conflitos estão, na maioria das vezes, alheias às conjecturas e muito envoltas na ação. Perdem, portanto, a noção da relação causa-consequência dos atos que praticam, de forma que a defesa mencionada anteriormente passa a ser meramente instintiva, como um reflexo corporal. Desses reflexos, alguns são mais extremos do que outros, ou mais explosivos, ou mais radicais, ou todos juntos. Alguns vêm de avião, outros de carro-bomba e alguns somente com bombas e armas de fogo.


Tudo isso é resultado de uma alienação compulsiva da massa (incluindo essa massa que lê, pensa e discute) que poderia ser diagnosticada como o câncer de nossa sociedade, seus tumores personificados nos terroristas e falsos representantes da justiça, sua quimioterapia se estende por vários anos de educação e conscientização da nossa verdadeira história: nossa sociedade foi formada, é baseada e tem seu futuro no compartilhamento das nossas diferenças. Diferentes biologicamente, diferentes culturalmente e diferentes racional e ideologicamente, com a soma do melhor de todas as diferenças e o melhor de nossas semelhanças é que evoluímos até aqui. Caso fôssemos todos iguais, para onde poderíamos evoluir? A resposta é: apenas para mais do mesmo.

  • há 9 meses
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younghotelfoxtrot:

♫ knock, knock, knocking on heaven’s door ♪
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younghotelfoxtrot:

♫ knock, knock, knocking on heaven’s door ♪

Fonte: younghotelfoxtrot

  • há 9 meses > younghotelfoxtrot
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"O melhor professor que eu tive"

“O melhor professor que eu tive”, texto bacana sobre ensino e, quiçá, iniciação científica.

  • há 11 meses
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The Hangover, 2009 (dir. Todd Phillips)
By alesssia
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The Hangover, 2009 (dir. Todd Phillips)

By alesssia

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  • há 11 meses > moviesinframes
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2001: A Space Odyssey, 1968 (dir. Stanley Kubrick)
By frwo
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2001: A Space Odyssey, 1968 (dir. Stanley Kubrick)

By frwo

Fonte: moviesinframes

  • há 11 meses > moviesinframes
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AUTOPSICOGRAFIA

O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.

E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.

E assim nas calhas da roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama o coração.

http://pensador.uol.com.br/textos_de_fernando_pessoa/
    • #fernando pessoa poesia
  • há 11 meses
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younghotelfoxtrot:

Salve os plural!

Os plural precisa de nós!
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younghotelfoxtrot:

Salve os plural!

Os plural precisa de nós!

Fonte: younghotelfoxtrot

  • há 11 meses > younghotelfoxtrot
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pena(das) almas

Almas curiosas são fáceis de agradar:

Dê-lhes prosas capciosas ao jantar;

Para sobremesa, uma curiosidade

Incrementada com utilidade.

E bastará.

  • há 1 ano
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